Homem mata médica e se passa por ela no WhatsApp enganando família

A Divisão de Repressão a Sequestros da Polícia Civil do DF elucidou um crime bárbaro nesta quarta-feira (30/1). Um homem matou uma médica do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, por dois meses, se passou por ela, mantendo contato com a família pelo WhatsApp, dizendo que estava internada em uma clínica de repouso. 
No período, movimentou a conta bancária da servidora, que recebia salário mensal de R$ 17 mil.
Segundo a PCDF, Gabriela Rebelo Cunha foi morta no dia 24 de outubro do ano passado pelo seu motorista particular. O nome dele ainda não foi divulgado. Ele teria levado a vítima ao HRT no período da manhã e, por volta de 12h, seguiu com ela até uma agência bancária em Sobradinho para que fizesse uma transferência.
De acordo com as investigações, no retorno a Taguatinga, ele parou o carro próximo a uma parada de ônibus alegando que estava ouvindo um barulho na roda. Nesse momento, um comparsa teria entrado no veículo e simulado um assalto.
A PCDF informou que ele enviava mensagens levando os familiares a crer que a vítima estaria internada em uma clínica para tratar de problemas pessoais e retornaria no Natal. Como ela não apareceu, os parentes registraram ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), que começou a investigar o caso.
Após a prisão, o autor levou os policiais até o local do crime. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) constatou, por meio de análise comparativa de documentação odontológica, que o cadáver encontrado tratava-se de Gabriela.
Nas diligências, os policiais encontraram na residência do autor inúmeros objetos da casa da vítima, cartões bancários e dois veículos da médica. Fonte :metropoles
Aguarde mais informações